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	<title>Bruna Mylena Fernandes Nogueira &#8211; Advocacia Lunardelli</title>
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		<title>Restituição, Compensação e Ressarcimento Tributário – IN-RFB 2314/2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Mylena Fernandes Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 12:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal do Brasil publicou a Instrução Normativa RFB nº 2314, de 18 de março de 2026, promovendo alterações relevantes na Instrução Normativa RFB nº 2.055, de 6 de dezembro de 2021 que impactam diretamente as regras de restituição, compensação e ressarcimento de tributos federais. A norma entrou em vigor em 19 de março de 2026. A principal mudança é a incorporação dos limites [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal do Brasil publicou a <strong>Instrução Normativa RFB nº 2314, de 18 de março de 2026</strong>, promovendo alterações relevantes na <strong>Instrução Normativa RFB nº 2.055, de 6 de dezembro de 2021</strong> que impactam diretamente as regras de restituição, compensação e ressarcimento de tributos federais. A norma entrou em vigor em <strong>19 de março de 2026</strong>.</p>
<p>A principal mudança é a incorporação dos <strong>limites mensais para a compensação de créditos decorrentes de decisões judiciais transitadas em julgado</strong>, pela Instrução Normativa, que já haviam sido tratadas pela Portaria MF 14/2024. Como consequência dessa inclusão, as limitações de compensação passarão a ser refletidas nos sistemas da Receita Federal.</p>
<p>A IN também restringe a aplicação do <strong>Reintegra</strong> às exportações realizadas por meio da Declaração Única de Exportação (DU-E) e incorpora regras operacionais do <strong>Programa Acredita Exportação</strong>, instituído pela <strong>Lei Complementar nº 216, de 28 de julho de 2025</strong>, incluindo critérios para enquadramento de micro e pequenas empresas e exigência de entrega da <strong>Escrituração Contábil Fiscal (ECF)</strong> para validação de pedidos de ressarcimento e compensação.</p>
<p>Outro ponto relevante é a ampliação das hipóteses de créditos considerados como <strong>não declarados</strong>, passando a abranger créditos baseados em documentos de arrecadação inexistentes, créditos de PIS e Cofins sem vínculo com a atividade econômica e situações já pacificadas por <strong>súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal</strong>.</p>
<p>Por fim, a norma também reorganiza regras de compensação de ofício, define prazos para regularização de pendências e ajusta o fluxo de recursos administrativos, estabelecendo o prazo de <strong>30 dias</strong> para manifestação de inconformidade e <strong>20 dias úteis</strong> para recurso ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.</p>
<p>A Advocacia Lunardelli permanece à disposição para orientar sobre as implicações práticas da nova norma e auxiliar na adequação das estratégias de compensação tributária de seus clientes.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p><strong>Jimir Doniak Junior  </strong></p>
<p>Sócio – Tributos Diretos</p>
<p><strong>Bruna Mylena Fernandes Nogueira</strong></p>
<p>Advogada – <span data-contrast="auto">Contencioso Tributário </span></p>
<p><strong>Ricardo dos Santos Rodrigues Filho</strong></p>
<p>Assistente Jurídico – Contencioso <span data-contrast="auto">Tributário </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>STF &#8211; Exclusão do ISS da base do PIS/COFINS (Tema 118) entra em pauta</title>
		<link>https://advocacialunardelli.com.br/stf-exclusao-do-iss-da-base-do-pis-cofins-tema-118-entra-em-pauta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Mylena Fernandes Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 17:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal pautou para o dia 25 de fevereiro de 2026 a retomada do julgamento do Tema 118 da repercussão geral, que analisa a exclusão do ISS da base de cálculo do PIS e da COFINS. Iniciada em 2020, a análise já conta com cinco votos favoráveis aos contribuintes, consolidando o entendimento de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal pautou para o dia <strong>25 de fevereiro de 2026</strong> a retomada do julgamento do <strong>Tema 118</strong> da repercussão geral, que analisa a exclusão do ISS da base de cálculo do PIS e da COFINS. Iniciada em 2020, a análise já conta com cinco votos favoráveis aos contribuintes, consolidando o entendimento de que o imposto municipal destacado nas notas fiscais não integra o conceito de faturamento e, portanto, deve ser retirado da base de cálculo das referidas contribuições federais.</p>
<p>Essa controvérsia centraliza-se na definição constitucional de receita, uma vez que as empresas defendem que o ISS apenas transita por sua contabilidade sem representar um acréscimo patrimonial efetivo, enquanto a União sustenta a sua inclusão na base de incidência. A lógica aplicada pelos ministros segue o precedente fixado no <strong>Tema 69</strong>, que excluiu o ICMS da base do PIS/COFINS, reconhecendo que valores destinados ao Fisco não constituem receita própria do contribuinte e reforçando a expectativa de um desfecho favorável às empresas prestadoras de serviços ainda em 2026.</p>
<p>Diante deste cenário promissor, a tese apresenta uma relevante oportunidade financeira para a redução da carga tributária e a recuperação de valores pagos indevidamente nos últimos anos. No entanto, é fundamental que as empresas adotem medidas preventivas e planejem suas estratégias judiciais imediatamente, visto que o STF possui um histórico de modulação de efeitos em casos semelhantes. Essa modulação pode limitar o direito de restituição apenas àqueles que já possuírem ações em curso antes da conclusão do julgamento, tornando a atuação jurídica antecipada essencial para garantir o aproveitamento integral dos benefícios econômicos envolvidos.</p>
<p>A Advocacia Lunardelli permanece à disposição para orientar sobre a revisão das bases de cálculo e acompanhará atentamente a sessão para reportar os novos desdobramentos deste julgamento.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p><strong>Jimir Doniak Junior  </strong></p>
<p>Sócio – Tributos Diretos</p>
<p><strong>Bruna Mylena Fernandes Nogueira</strong></p>
<p>Advogada – <span data-contrast="auto">Contencioso Tributário </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:360,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Município de São Paulo &#8211; Edital de Transação Nº 02/2025</title>
		<link>https://advocacialunardelli.com.br/municipio-de-sao-paulo-edital-de-transacao-no-02-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Mylena Fernandes Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 12:48:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria Geral do Município de São Paulo (PGM) divulgou o Edital de Transação nº 02/2025, que integra o Programa #FiqueEmDia, voltado à regularização de débitos inscritos em Dívida Ativa Municipal. A iniciativa está amparada pelo Código Tributário Nacional (art. 171), pela Lei Municipal nº 17.324/2020, pelo Decreto nº 60.939/2021, pela Portaria PGM nº 48/2023 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Procuradoria Geral do Município de São Paulo (PGM) divulgou o Edital de Transação nº 02/2025, que integra o Programa <strong>#FiqueEmDia</strong>, voltado à <strong>regularização de débitos inscritos em Dívida Ativa Municipal</strong>. A iniciativa está amparada pelo Código Tributário Nacional (art. 171), pela Lei Municipal nº 17.324/2020, pelo Decreto nº 60.939/2021, pela Portaria PGM nº 48/2023 e pelo próprio edital.</p>
<p>📜 Débitos Elegíveis</p>
<p>Podem ser incluídos na transação créditos tributários e não tributários, ajuizados ou não, desde que <strong>inscritos em Dívida Ativa</strong> até a data do pedido de adesão e originados de fatos geradores ou multas lançadas até 31/12/2024.</p>
<p>Não são elegíveis:</p>
<ul>
<li>Créditos vinculados a órgãos, fundos ou despesas específicas;</li>
<li>Multas do Tribunal de Contas do Município (TCM), Multas da Lei Anticorrupção (Lei Federal nº 12.846/2013) e Multas por atos de improbidade administrativa;</li>
<li>Fração ideal de IPTU sobre imóveis desdobrados ou remembrados (Lei nº 14.125/2005);</li>
<li>Débitos em parcelamento ativo (exceto os sem desconto, mediante migração e reparcelamento);</li>
<li>Contribuintes com transação rescindida nos últimos dois anos.</li>
</ul>
<p><strong>🔹</strong><strong> Benefícios e descontos</strong></p>
<p>As reduções variam conforme o tipo de crédito e a forma de pagamento:</p>
<p><strong>Créditos tributários</strong></p>
<ul>
<li>À vista: <strong>95% de desconto</strong> em juros e multa;</li>
<li>Até 60 parcelas: <strong>65% de desconto</strong> em juros e <strong>55% em multa</strong>;</li>
<li>De 61 a 120 parcelas: <strong>45% em juros</strong> e <strong>35% em multa</strong>.</li>
</ul>
<p><strong>Créditos não tributários</strong></p>
<ul>
<li>À vista: <strong>95% sobre encargos moratórios</strong>;</li>
<li>Até 60 parcelas: <strong>65% sobre encargos</strong>;</li>
<li>De 61 a 120 parcelas: <strong>45% sobre encargos</strong>.</li>
</ul>
<p>📌 O parcelamento pode ser feito em até <strong>120 meses</strong>, com parcelas mínimas de <strong>R$ 50 (PF)</strong> e <strong>R$ 300 (PJ)</strong>.</p>
<p><strong>🔹</strong><strong> Condições gerais</strong></p>
<ul>
<li>A primeira parcela vence <strong>no último dia útil da quinzena subsequente à adesão</strong>;</li>
<li>Custas e despesas processuais devem ser pagas junto à primeira parcela;</li>
<li>O não pagamento da 1ª parcela em até <strong>60 dias cancela a transação</strong>;</li>
<li>O atraso gera multa de <strong>0,33% ao dia (limitada a 20%) + juros SELIC</strong>.</li>
</ul>
<p><strong>🔹</strong><strong> Compromissos do contribuinte</strong></p>
<p>Ao aderir, o contribuinte:</p>
<ul>
<li>Confessa a dívida de forma irrevogável e irretratável;</li>
<li>Desiste de ações judiciais e embargos relacionados aos débitos;</li>
<li>Autoriza o levantamento de depósitos judiciais pela PGM;</li>
<li>Declara não utilizar a transação de forma abusiva ou fraudulenta;</li>
<li>Mantém sua sede no Município de São Paulo durante a vigência da transação;</li>
<li>Concorda com a divulgação eletrônica das informações, respeitado o sigilo legal.</li>
</ul>
<p><strong>🔹</strong><strong> Prazos de adesão</strong></p>
<p>📅 <strong>De 31/10/2025 (00h00)</strong> até <strong>12/12/2025 (23h59)</strong><br />
💻 Exclusivamente pela plataforma: <a href="https://fiqueemdia.prefeitura.sp.gov.br/tdm">https://fiqueemdia.prefeitura.sp.gov.br/tdm</a></p>
<p><strong>🔹</strong><strong> Conclusão</strong></p>
<p>O Programa #FiqueEmDia representa uma excelente oportunidade para regularização de débitos municipais com descontos expressivos e condições facilitadas.<br />
A adesão garante segurança jurídica e evita ações de cobrança, mas requer atenção às obrigações e prazos estabelecidos no edital.</p>
<p>A Advocacia Lunardelli está à disposição para avaliar a viabilidade da adesão conforme o perfil dos débitos e a situação processual do contribuinte.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p><strong>Fernanda Teles de Paula Leão </strong></p>
<p>Coordenadora do Contencioso Judicial</p>
<p><strong>Carolina Alcantara  </strong></p>
<p>Advogada do Contencioso Judicial e Administrativo</p>
<p><strong>Bruna Mylena Fernandes Nogueira </strong></p>
<p>Advogada do Contencioso Judicial e Administrativo</p>
<p><strong>Jhennifer Venceslau Bevenuto</strong></p>
<p>Estagiária do Contencioso Judicial e Administrativo</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ICMS-ST: STJ Veda Dupla Base de Cálculo</title>
		<link>https://advocacialunardelli.com.br/icms-st-stj-veda-dupla-base-de-calculo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Mylena Fernandes Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 17:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, que os estados não podem adotar, de forma concomitante, dois critérios distintos de base de cálculo para o ICMS devido por substituição tributária (ICMS-ST). O julgamento ocorreu no Recurso Especial nº 2139696/SP, interposto por uma empresa autuada pelo Fisco paulista.   O Estado de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, que os estados não podem adotar, de forma concomitante, dois critérios distintos de base de cálculo para o ICMS devido por substituição tributária (ICMS-ST). O julgamento ocorreu no Recurso Especial nº 2139696/SP, interposto por uma empresa autuada pelo Fisco paulista.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">O Estado de São Paulo havia lavrado auto de infração ao entender que a contribuinte aplicava indevidamente o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), conhecido como “pauta fiscal”, mesmo quando o preço praticado era igual ou superior ao valor da pauta. Nesses casos, a fiscalização defendia a aplicação da Margem de Valor Agregado (MVA), criando uma base de cálculo híbrida.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">O Ministro Relator Gurgel de Faria considerou que a Portaria CAT nº 111/2009 extrapolou os limites da Lei Complementar nº 87/1996 (Lei Kandir), que não autoriza a utilização simultânea de critérios distintos de base de cálculo presumida. Assim, o STJ reconheceu a ilegalidade da prática.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">A empresa sustentou que os critérios de Pauta Fiscal e MVA são alternativos, e não cumulativos, apoiando-se em pareceres dos juristas Humberto Ávila e Roque Carrazza. Alegou, ainda, que a prática resultava em aumento da carga tributária sem amparo legal, em violação aos princípios da legalidade, segurança jurídica, isonomia e moralidade administrativa.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">O STJ deu provimento integral ao recurso, acolhendo todos os argumentos da empresa. A decisão ainda aguarda publicação oficial do acórdão, que está sendo monitorada pela equipe para maiores esclarecimentos.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">Este precedente reforça a necessidade de estrita observância da legislação complementar e da Constituição Federal, afastando práticas que resultem em tributação sem respaldo legal.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">Permanecemos à disposição para orientar sobre os impactos dessa decisão e eventuais medidas cabíveis.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span><span data-contrast="auto">Atenciosamente, </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto"> </span></b><b><span data-contrast="auto">Fernanda Teles de Paula Leão </span></b><span data-contrast="auto"> </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Coordenadora do Contencioso Judicial  </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Marcus Vinicius da Silva </span></b><span data-contrast="auto"> </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Advogado – Contencioso </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Bruna Mylena Fernandes Nogueira </span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Advogada – Contencioso</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
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		<title>STF – Caráter confiscatório da multa isolada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Mylena Fernandes Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 13:13:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal retomará, no ambiente virtual, o julgamento do Tema 487 – RE 640452, no qual se discute, em repercussão geral, o carácter confiscatório da multa isolada por descumprimento de obrigação acessória decorrente de dever instrumental. Após as sustentações orais dos amici curiae, os ministros decidiram cancelar o destaque e encaminhar o processo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal retomará, no ambiente virtual, o julgamento do Tema 487 – RE 640452, no qual se discute, em repercussão geral, o carácter confiscatório da multa isolada por descumprimento de obrigação acessória decorrente de dever instrumental.</p>
<p>Após as sustentações orais dos <em>amici curiae</em>, os ministros decidiram cancelar o destaque e encaminhar o processo novamente ao plenário virtual para conclusão da análise, que ocorrerá entres os dias 05 a 12/09/2025.</p>
<p>Rememora-se que, até o presente momento, houve o depósito apenas dos votos do Ministro Relator Luís Roberto Barroso e dos Ministros Edson Fachin e Dias Toffoli.</p>
<p>O Ministro Relator e o Ministro Edson Fachin, que o acompanhou, propuseram que a multa isolada por descumprimento de obrigação instrumental seja limitada a 20%:</p>
<ul>
<li>Do montante do crédito tributário, nos casos em que a obrigação principal estiver correlacionada à acessória; ou</li>
<li>Do tributo ou crédito potenciais, correspondentes à operação, nos casos em que não haja tributo ou crédito diretamente vinculados à obrigação acessória, mas seja possível estimar a base de cálculo aplicável como se houvesse obrigação principal subjacente.</li>
</ul>
<p>No entanto, o Ministro Dias Toffoli abriu divergência parcial, com o intuito de definir outros parâmetros limitadores da multa, a depender da existência de situações agravantes, quais sejam:</p>
<ul>
<li>Descumprimento de obrigação acessória na qual há tributo vinculado ou crédito indevido: aplicação máxima de 60% sobre o valor do tributo ou crédito, podendo ser majorada até 100%.</li>
<li>Casos em que inexista tributo ou crédito indevido: multa equivalente a 60%, podendo ser majorada até 100%, da base de cálculo simulada, como se o tributo existisse de modo vinculado.</li>
<li>Casos em que não for possível simular a base de cálculo: multa equivalente a 20% do valor da operação ou prestação vinculada à penalidade, podendo ser majorada até 30% no caso de existência de circunstâncias agravantes, desde que a multa não ultrapasse 0,5% ou 1% do valor total da base de cálculo dos últimos 12 meses do tributo pertinente, respectivamente.</li>
</ul>
<p>A Advocacia Lunardelli está à disposição e seguirá com o acompanhamento do julgamento para analisar os novos votos que serão proferidos!</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p><b><span data-contrast="auto">Fernanda Teles de Paula Leão</span></b><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Coordenadora do Contencioso Judicial</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><strong>Bruna Mylena Fernandes Nogueira</strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Advogada – Contencioso </span></p>
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